Devemos lembrar que a vocação se manifesta no dia a dia, importante estar atento.
Deus nos chama para a vida, assim com o dom da vida cada pessoa usa seus talentos e vai descobrindo valores que aos poucos vão orientando a sua vida. A seleção cuidadosa desses valores leva-nos a fazer uma opção.
Deus nos chama pela comunidade, para darmos as mãos e assumirmos um trabalho frente às pastorais e movimentos em nossa comunidade.
Deus nos chama pelo irmão que sofre. É vendo o sofrimento do pobre, do marginalizado, do drogado do doente, que nos sentimos tocados para assumir uma missão.
Todos são chamados, é preciso ter um coração simples capaz de ouvir a proposta, aberto e generoso capaz de discernir e responder ao chamado. Deus em seu plano de amor respeita a liberdade de cada um, mas ao fazermos uma opção esta opção é a resposta ao seu chamado. Na luta do dia-a-dia, é que vamos percebendo os sinais do apelo de Deus e a necessidade de uma resposta concreta. Não podemos esquecer que a vocação é também um processo de amor, um relacionamento profundo com o próximo e com Deus.
A vocação a paternidade
Com o ato de gerar, vem junto a tarefa de prover a subsistência e a educação do filho (a) missão esta que jamais um pai deve se descuidar.
Cuidar da subsistência e prover as necessidades de quem ele gerou pode até não ser muito difícil. Difícil mesmo é educar. Para isto não basta dar uns gritos ou mandar a escola ou a universidade, é preciso estar a frente do filho (a) como modelo de fé, de luta e de vivências. Sobretudo modelo de princípios e de conduta, pois é na família que se aprende as lições mais importantes para nossa vida. O pai é sempre um mestre. Ensina pelo seu caráter e pelo seu exemplo.
Quando o piloto falha são o rumo e a direção que ficam comprometidos.
È por isso que todo filho (a) gosta de olhar para seu pai como num espelho. Em todas as idades, sobretudo na maturidade e na velhice o pai é lembrado com saudades.
Muitas vezes nos surpreendemos dizendo a nós mesmos e aos outros que: “meu pai fazia assim”...” meu pai costumava dizer que...” “meu pai me ensinou que”...
“As boas lições de um bom pai
jamais serão esquecidas”!
Acredite!
Como ser um pai educador
Ø Dê sempre o bom exemplo
Ø Não negocie o inegociável
Ø Seja firme e coerente
Ø Critique os atos e não a criança
Ø Limite o tempo do Vídeo Game da TV e da Internet
Ø Estabeleça combinações e horários
Ø Não tenha medo de corrigir
Ø Elogie os bons atos e comportamentos
Ø Aproveite o tempo juntos
Ø Dê tarefas domésticas
Ø Seja presente na escola
Ø Favoreça a formação cultural
(conclusões do Seminário de Educadores, psicólogos e pais, reunidos em Porto Alegre em maio de 2010- Fonte Zero Hora 24/05/2010)
Meu pai era um “chato”
Há e tinha mais uma: qualquer gasto devia ser anotado, o troco devolvido e ai de quem esbanjassem o dinheiro!
Hoje, estou adiantado em anos. Surpreendo-me olhando muitas vezes para traz e pensando naquilo que aprendi de meu pai. Às vezes tenho a impressão que tudo que sei de importante aprendi dele e tenho muito orgulho por isso. Ele fez de mim um homem honrado, trabalhador, cumpridor de meus deveres...
Foi bom de mais ter um pai assim! E hoje digo para mim mesmo e para meus amigos que ele não era um “chato” coisa nenhuma.
Mas sim, Foi um grande homem um excelente pai e sou-lhe muito grato!
Missa com Bênção aos pais na SJT domingo 14 de agosto
Missa com Bênção aos pais na SJT domingo 14 de agosto
Missa com bênção aos pais na SJT no domingo 14 de agosto
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