quarta-feira, 4 de maio de 2011

O VALOR REVOLUCIONÁRIO DAS PEQUENAS AÇÕES

A CAMPANHA DA FRATERNIDADE corre o risco de passar de lado e ir embora sem provocar nada de diferente. Se, por um lado, nada podemos fazer para impedir um terremoto do outro lado do mundo, podemos fazer algo perto de nós e ao nosso alcance. Existem muitos exemplos edificantes e com eles podemos aprender.

1-AS SACOLAS ECOLÓGICAS:
Na cidade de Getúlio Vargas, o dono de um mercado reuniu os demais comerciantes do ramo e fez uma proposta inovadora: abolir as sacolas de plástico. Se alguém não aceitar esta norma ou esquecer de levar a sua sacola, quando vai ao mercado, deve pagar a sacola tradicional. No início, houve reclamações e ranços. Aos poucos, porém, a resistência foi vencida. Hoje a maioria absoluta da população leva a sua sacola ecológica. O meio ambiente agradece e nós aprendemos com eles!

2-OS PAPÉIS DE BALAS E CHICLETES:
O senhor Antonio gosta de chupar umas balinhas, de vez em quando, e aprecia um chiclete. Numa roda de amigos, ele confessou que a consciência dele não lhe permite jogar na rua os papéis das balas ou do chiclete.  Ele as guarda no bolso da camisa e em casa coloca no recipiente correto a lixeira: “é o mínimo que eu devo fazer”, costuma falar. E nós concordamos: as coisas importantes começam com pequenos gestos. Mudar a mentalidade é o primeiro passo. O passo seguinte é mudar de hábitos. Sempre é possível dar um passo a mais...

3-O MUTIRÃO DO RIO:
Em Paim Filho, uma pequena comunidade rural se organizou, a partir da poluição do rio que atravessa a aldeia. No domingo, dia 13 de março, depois dos serviços caseiros e do trato dos animais, os moradores foram para o rio com suas pequenas canoas e passaram o dia recolhendo o lixo possível. Quem viu a reportagem da RBS ficou impressionado. Foram várias toneladas de lixo recolhido: pneus, garrafas, latas, sacos e, sobretudo, muito plástico... No final da jornada, havia uma alegria muito grande. Mais ou menos uns 30.000 alevinos foram colocados no rio. Logo mais, é possível pescar novamente. (Relato publicado no programa “BOM DIA RIO GRANDE” em 14.03)




4-A COVA DO LIXO ORGÃNICO:
Na comunidade dos seminaristas, foi combinado fazer uma cova para o lixo orgânico. Assim, cascas de batatas e de frutas, folhas de verdura ou grama, tudo vai para a cova. Quando encheu, foi fechada e uma segunda cova foi aberta. Quando essa estiver cheia, a primeira estará pronta para adubar a horta e o jardim. Como se vê, coisa fácil e possível para todos. De novo dizemos que é preciso mudar os hábitos. A mudança começa na cabeça.

 O cuidado com a natureza                                                deve ser um desafio, uma luta e um desejo de todos!

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