domingo, 8 de maio de 2011

PARABÉNS A TODAS AS MÃES

AS MÃES
Ø A rotina...
Na rotina diária, as mães se viram como podem às voltas com mamadeiras, fraldas, lanches, lições de casa e com muita, mas muita paciência procuram encontrar o equilíbrio na vida pessoal e profissional e assim buscam o melhor caminho para educar seus filhos.
 São amigas, mas têm personalidades muito diferentes. Cheias de dúvidas e imperfeições, têm jogo de cintura para encontrar as mais diversas saídas para várias questões. Querem ser bem sucedidas no trabalho, mas não abrem mão de educar e acompanhar o desenvolvimento dos filhos, e de serem atraentes e companheiras do marido.
Mas, em muitas famílias, as mães tornam-se reféns de filhos,  verdadeiros "terroristas", geralmente,  frutos de uma educação permissiva provocada por pais ausentes, conflitos familiares e por influências externas.

Ø Tempo... Qualidade e não apenas quantidade...
Saber dividir o tempo entre o trabalho, a família e a comunidade é muito importante.
Tanto faz,  se a mãe trabalha em casa ou fora, o essencial é perceber que seus filhos e sua família devem sempre ser prioridade e “usufruir de seu amor maior”.

Ø O exemplo de Sara...
Ilustramos com a história de Sara que sozinha trabalha e cuida das duas filhas, ela está sempre envolvida em "alguma correria". Leva as filhas para a escola e para a catequese, participa das reuniões da escola e das celebrações da comunidade e está sempre pronta para arregaçar as mangas, quando o pároco local aponta uma urgência. Sara não pode contar com o pai das meninas para dividir as responsabilidades com a alimentação, educação, nem mesmo nas necessidades básicas. Isso hoje é realidade para muitas mães.

Ø A felicidade se constrói...
Certo dia, uma amiga perguntou: Sara, você é feliz? Ela respondeu: - “Sou muito feliz, pois tenho saúde, posso prover o meu sustendo e de minhas filhas, agradeço a Deus todos os dias, pois tenho filhas especiais que são a razão do meu viver, tenho meus pais humildes, que me educaram e me ajudam no cuidado das meninas e as educam pelo exemplo, mas, dedico minhas orações às mães doentes, alcoólatras, drogadas, pelas que não têm coragem de batalhar e as que perderam o ânimo, a força de viver e a fé. Também por aquelas que perderam seus filhos em acidentes ou que estão envolvidos com drogas e violência. E deixo um recado, que aprendi com o tempo:
“Pedras no caminho? Guardo todas, pois, um dia vou construir um castelo...”

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